quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Promessas de ano novo


Todos os anos ao seu final, sempre pensamos no que queremos mudar em nossas vidas para o próximo. E normalmente, essas promessas duram um mês mais ou menos. Usamos as mais variadas desculpas, mas as promessas são na verdade sonhos que gostaríamos que se realizassem, e eles nem sempre se realizam.
Para que as promessas/sonhos possam ser cumpridos temos que ter os pés no chão. Se somos totalmente sedentários, não adianta colocar como meta fazer exercícios pois será difícil de ser cumprida. É melhor colocar que pretende ser menos sedentário, pois se vc , que não fazia nada, começar a fazer uma caminhadinha de vez em quando, já terá cumprido.

Tem uma música do cantor britânico Jamie Cullum que retrata bem essas promessas que a gente acaba fazendo na virada do ano:

Tradução:

Ano Que Vem, Baby

Ano que vem
As coisas irão mudar
Vou beber menos cerveja
E começar tudo de novo

Vou ler mais livro
Vou acompanhar as notícias
Vou aprender a cozinhar
E gastar menos em sapatos

Pagar minhas contas no dia
Enviar as minhas cartas, todo o dia
Só beber dos melhores vinhos
E ligar para a minha avó todo o domingo

Promessas
Querida, elas vão e vem
Eu vou fazer alguma dessas coisas?
A resposta provavelmente é não

Mas se tem uma coisa que eu tenho que fazer
Apesar dos meus maiores medos
Eu vou dizer a você
Como eu me senti por todos esses anos

Ano que vem,
ano que vem

Eu vou lhe dizer como eu sinto
Eu vou lhe dizer como eu sinto

Promessas
Querida elas vão e vem
Eu vou fazer alguma dessas coisas?
A resposta provavelmente é não

Mas se tem uma coisa que eu tenho que fazer
Apesar dos meus maiores medos
Eu vou dizer a você
Como eu me senti por todos esses anos

Ano que vem,
ano que vem

Agora vamos as minhas promessas:

  • Ser uma pessoa melhor;
  • Cuidar da minha saúde;
  • Falar menos e fazer mais;
  • Colocar em prática as coisas que sei na teoria;
  • Passear;
  • Ser mais presente na vida das pessoas que amo;
  • Tentar ser mais ativo no blog (pelo menos uma vez por mês);
Vou ficar só nesses sete, pois como 3, 4 não são mensuráveis, acho que dá para conseguir isso nesse novo ano... 

Um feliz ano para todos!


sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

A Justiça brasileira é como eu, quase cega!

Antes de mais nada, quero dizer que esse texto será longo. E se por acaso você for um brasileiro padrão, é melhor ler suas mensagens do Twitter, pois lá são apenas 140 caracteres e não vão tomar o precioso tempo de uma pessoa ocupada como você!!!!

Voltando ao blog depois de um tenebroso inverno, vou comentar um assunto que está em voga atualmente. O Rebaixamento do campeonato brasileiro de 2013.
Quem me conhece, e me atura, sabe que adoro teorias conspiratórias, e que acho que tudo está perdido no nosso país. E com esse episódio do rebaixamento do CB 2013, é prato mais que saboroso pra mim.

Vejamos o porquê:

1º Com dois clubes cariocas praticamente rebaixados, já era esperado (pelo menos por mim) alguma manobra fora da lei para que isso pudesse ser evitado. Quando ocorreu a briga entre torcedores do Vasco e Atlético-Pr, pensei que já tinham a brecha para puxar o tapete e virarem a mesa.
2º Com times menores como a Portuguesa e o Criciúma logo acima dos times cariocas, as "vitimas" até já teriam os bodes expiatórios.
3º Por volta do dia 25/11 surgiu uma notícia em diversos sites* dizendo que Vasco, Fluminense e Coritiba estavam se articulando para ver quem pegava a ponta do tapete para puxar, caso fosse necessário, para rebaixarem Ponte, Portuguesa e Criciúma, por, adivinhem, uma possível escalação de atletas irregularmente. E a CBF logo tratou de contestar essa informação dizendo que tudo estava certo e não teria tapetão.

E, nos dias 07 e 08 de dezembro ocorreu a última rodada do Brasileirão. 

E no dia 10 o que acontece? Surge a notícia que a Portuguesa havia escalado um jogador irregularmente.
Quando ouvi isso, pensei que era em alguma partida antiga, pois o trio parada dura jã tinha se articulado para trollar a lusa, mas qual não foi minha surpresa ao ver que o jogador havia sido escalado irregularmente na ÚLTIMA RODADA. Rodada essa, que não valia mais nada para a Portuguesa.
Depois começou a pipocar informações em diversos sites sobre o caso e descobriu-se que o Flamengo também havia escalado um jogador irregular no sábado, em outro jogo que não valia absolutamente nada.
Aí você começa a juntar as peças.
Se o Flamengo escalou um jogador irregular no sábado, porque não teve nenhuma notícia sobre isso no domingo?
Se a Portuguesa já estava ciente que estavam de olho na vaga dela na primeira divisão, porque não foi mais cuidadosa? Porque era representada por um advogado indicado pela CBF, que teve uma foto sua ao lado do Fred circulando pela internet?
Porque?
Uma vez li uma história em quadrinhos chamada Crise de Identidade (excelente leitura, por sinal) na qual o Batman falava que todo crime sempre tem um beneficiário, e para descobrir que o cometeu, você deve se perguntar “Quem se beneficia?”.
E quem se beneficia com essa cascata de erros desses times?
Você poderia responder o Fluminense, o que até seria uma verdade, mas além dele, tem mais alguns que saem beneficiados com isso.
Quem mais se beneficia é o futebol carioca. Nos últimos anos, ele vem caminhando no fio da navalha. Todos os títulos dos cariocas nos últimos 10 brasileiros podem ser contestados, seja por um motivo ou por outro (por exemplo, Flamengo e Fluminense em 2009 e 2010, só foram campeões pois Corinthians, Palmeiras e São Paulo entregaram seus jogos para prejudicar o adversário local na disputas contra os cariocas, e o Fluminense ganhou o título de 2012 sendo absolvido em um caso exatamente igual a essa da Portuguesa).
O jornalista Julio Gomes do Uol descreve uma série de “coincidências” no caso da Portuguesa em seu blog (http://blogdojuliogomes.blogosfera.uol.com.br/2013/12/17/portuguesa-ja-foi-violentada-agora-so-falta-matar/) as quais transcrevo aqui:
Irrita perceber a quantidade de coisas estranhas em sequência no julgamento de cartas marcadas. Vejamos:
Uma punição de dois jogos para uma expulsão que TV alguma conseguiu mostrar. Expulsão que, como mostra o levantamento da ESPN, em menos da metade dos julgamentos rende tamanho gancho. Na sequência do ocorrido, na calada da noite de uma sexta-feira, o obscuro advogado não informa o clube sobre a pena. A Portuguesa cai na armadilha com todo o amadorismo que tem direito. Aí, antes mesmo de a CBF indicar o erro, o procurador-geral Paulo Schmitt decreta a “falência do STJD'' caso a Portuguesa não seja declarada culpada. Que velocidade!! Que gatilho, amigos! O mais rápido do oeste. Ou melhor, o mais rápido da zona sul.
O mesmo Schmitt que, três anos atrás, dizia, antes mesmo de analisar uma jurisprudência que poderia prejudicar o então campeão Fluminense, que seria “imoral'' desrespeitar o resultado do campo. E aí, afinal, chega o julgamento. Em que a Portuguesa se defendeu de maneira quase tosca, mas em que ficou claro que poderia estar lá o maior advogado de todos os tempos que nada adiantaria. O relator abriu sua pastinha, levou a lição de casa, leu o que já havia preparado antes mesmo de escutar a defesa. E os outros, convenientemente, apenas “seguiram o relator''.
“”Irrita que estes senhores não tenham, pelo menos, disfarçado.
Como também irrita o disfarce maior, este sim, um álibi perfeito. Pune-se também o Flamengo, mas sem prejuízo algum para o clube mais popular do Brasil. Assim, podem adotar o discurso do “este tribunal não tem olhos para poderosos e fracos, pune todos da mesma forma. Punimos a Portuguesa, mas punimos também o Flamengo''.**
Irrita, como não, o discursinho do Fluminense de “não temos nada a ver com isso''. Mas que coisa! Para quem dizia que “apenas aguardava'', não é que mandaram o advogado lá para participar do julgamento? Prontinhos para entrar com recurso. Que cara de pau.”

Pra mim, algo fica bem claro, o desejo de vários em livrar a cara da incompetência administrativas dos clubes cariocas.
E, infelizmente, sinto cheiro de anuência da direção da Portuguesa nesse caso. Porque colocar um cara que foi julgado na sexta feira para entrar em um jogo que não vale nada, e já estava encaminhando para seu final? E outra, colocaram exatamente o único jogador que poderia prejudica-la.

E outra coisa, cada o Bom Senso F. C. nessa hora? Não vão omitir nenhuma opinião sobre isso?

Há algo de podre no reino da Dinamarca...





** (Um adendo meu... ontem saiu no globoesporte.com um artigo que praticamente corrobora com essa tese http://globoesporte.globo.com/futebol/times/flamengo/noticia/2013/12/troca-de-e-mails-expoe-discordia-no-flamengo-sobre-caso-do-stjd.html)

sexta-feira, 6 de abril de 2012

E se... I

Faz tempo que não escrevo nada. Andei um pouco afastado das mídias sociais. Praticamente estava de luto pelo Orkut.
Mas agora o Orkut é passado, e já existem novas redes sociais que nem conheço e nem sei pra que servem.
Tentei usar o Facebook, mas o achei um fofoqueiródromo. Twitter eu até tenho, mas quase não uso. Sou praticamente um Neandertal do silício, mas gosto de pensar que escrevo algo de útil. Algo para as próximas gerações tenham idéia do nível de idiotice que praticamos no século XXI
Estava passeando pela rede, quando me lembrei do meu blog, e pensei que seria a hora de voltar a escrever nele. Não que vá sair algo de útil, mas pelo menos expressarei aqui o meu super ego... ou não!

Um bom texto começa por um bom título. Ele que vai fisgar a atenção do possível leitor. Hoje em dia as pessoas vivem correndo de uma página pra outra, com um monte de abas abertas com uma quantidade enorme de sites que ficas pulando de um para outro enquanto o site que queremos entrar não carrega. E é nessa correria que um bom título se mostra importante. Ele que vai fazer o leitor parar e passar mais que seus 20 segundos habituais por páginas. E como eu não tenho nenhum bom título, coloquei um que indica probabilidades. Coisas que poderiam ser, mas por algum motivo não são. E com o algarismo romano I, o que dá a entender que esse assunto terá uma continuação, o que está em moda no mundo atual, com essa mania de hollywood por trilogias, quadrilogias e afins. Afinal, a última coisa inédita que foi inventada, foi Deus que criou, e depois disso, só copiamos e modificamos.

Vamos ver se essa tática dá certo e se o número de frequentadores aumenta, com mais comentários...


Se aumentar... quem sabe?!?!?

Até!

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Armas, politicos e afins!


Hoje li um texto do meu amigo Gollum (http://nadasobremuito.blogspot.com/) sobre armas e resolvi colocar outro ponto de vista.

Que nossos políticos só fazem algo em causa própria até minha vó morta há 32 anos sabe disso, mas o debate de se liberar ou não a venda de armas não pode se restringir a "honestidade" de nossos representantes.

Tenho certeza que proibindo venda de armas não diminuirá os crimes, nem as mortes causadas pelos mesmos, mas diminuirá os acidentes.

Não vejo a proibição do comércio de armamentos de fogo como um passo para acabar com a criminalidade, mas como um passo para diminuir algo que pode ser evitado, mas muitas pessoas por N motivos tendem a se esquivar da sua responsabilidade.

O assaltante vai continuar armado, assim como a nossa força policial - em sua maioria corrupta - e também os nossos políticos. Mas diminuirá a chance do meu filho pegar uma arma que escondo (não tenho arma, e nem quero ter, é só um exemplo) e atirar em um amiguinho porque está brincando de polícia e bandido, ou bandido e bandido nos tempos de hoje. Diminuirá a chance de eu pegar a mardita e estourar a cabeça da minha esposa (ou vice-versa) em um acesso de fúria. Diminuirá a chance de, em um momento de crise, eu pegar a ceifadora e estourar meus miolos porque desisti da vida!

Acho que com esses fatos, já são motivos suficientes para tirarmos um momento para refletir sobre o que é melhor pra nós e não para os governantes.

Não é porque estamos em estado de choque que seremos usados, mais uma vez, por quem deveria nos representar. Vamos pensar por nós mesmos e decidir o que NÓS temos como correto!

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Paternidade

É impressionante que a maioria das pessoas que são ateus, não tem filhos. E isso é totalmente compreensivo, pois o milagre de uma gestação, o milagre do nascimento, é algo que a ciência, por mais que tente, nunca vai conseguir reproduzir, nem explicar.
Ontem tive uma experiência linda. Vi, pela primeira vez, o (a) meu (minha) nenê... Já está toda formadinha, com o narizinho, os ossinhos, os pezinhos e os bracinhos se mexendo... tudo lindo... O médico disse que ainda não dá para ter certeza do sexo da criança, mas disse que acha que é menina, mas o mais importante é que vai vir perfeita.
Quase chorei na hora que vi... Uma emoção só comparável quando o Tutu, meu outro filho, fala que me ama!
O vídeo ficou com problemas, vou tentar arrumar e colocar aqui, se alguém ver meu blog...
Obrigado, Deus, por, mesmo sem merecer, ter me dado este momento ao lado da mulher que eu amo. Te amo, Paulinha! Venha o que vier, sei que teremos uma família feliz se ficarmos ao lado de Deus.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Meditação matinal 25/11/2010

25 de novembro Quinta


Gratidão pelas pulgas


Em tudo, dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco. 1 Tessalonicenses 5:18

Corrie ten Boom foi uma holandesa que ajudou a salvar a vida de muitos judeus escondendo-os dos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial. Sua família, porém, foi denunciada por um informante holandês e presa no dia 28 de fevereiro de 1944. O pai de Corrie morreu dez dias após a prisão.

Ela e a irmã Betsie foram enviadas a Ravensbrück, o campo de extermínio de mulheres, na Alemanha. Elas conseguiram levar uma Bíblia escondida para o alojamento nº 28, que estava cheio de pulgas. Ficaram admiradas pelo fato de gozarem maior liberdade ali do que em outros alojamentos, e por isso realizavam cultos com outras prisioneiras sem serem incomodadas. Um dia, ao lerem o verso acima, Betsie disse: “Corrie, precisamos dar graças pelas pulgas também, pois esse texto não diz que devemos dar graças só nas situações agradáveis. As pulgas fazem parte deste lugar em que Deus nos colocou.”

Relutantemente a irmã deu graças por aqueles insetos incômodos, certa de que Betsie desta vez exagerara na dose. Mas um dia elas entenderam por que podiam ficar mais à vontade no alojamento nº 28: é que os guardas e as supervisoras não entravam ali por causa das pulgas! O que parecia ser uma maldição se tornara uma bênção para elas. Portanto, devemos dar graças até pelas aparentes desgraças.

A gratidão é uma das mais nobres virtudes que caracterizam a vida cristã. Entretanto, são poucos os que a cultivam. A maioria é capaz de, por anos a fio, lembrar-se de uma pequena ofensa. Mas se esquece de um favor muito facilmente.

O Dr. Samuel Leibowitz, famoso advogado criminalista nos Estados Unidos, salvou 78 homens da cadeira elétrica. Quantos desses homens voltaram para lhe agradecer ou, ao menos, se deram ao trabalho de enviar-lhe um cartão de Natal? Nenhum!

Certa vez, Jesus curou dez leprosos. Apenas um voltou para agradecer-Lhe. Cristo, então, Se voltou para ele e perguntou: “Não eram dez os que foram curados? Onde estão os nove?” (Lc 17:17).

A gratidão requer grandeza de alma, e essa é uma virtude que poucos possuem. Temos muito a agradecer ao Pai celeste. Vamos cultivar essa virtude não só hoje, que é Dia de Ação de Graças, mas todos os dias.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Meditação matinal 24/11/2010

24 de novembro Quarta


Idolatrar a si mesmo


Filhinhos, guardai-vos dos ídolos. 1 João 5:21

Parece não haver dúvida de que o apóstolo João escreveu sua primeira epístola da cidade de Éfeso, por volta do ano 90 d.C. Éfeso era famosa por seus ídolos. Ali estava o templo da deusa Diana, que era uma das maravilhas do mundo e cuja fabricação de imagens movimentava a economia local. Mas acima da idolatria popular, havia muitos que praticavam artes mágicas. Além disso, alí o gnosticismo e o dualismo desfrutavam de prestígio, e era ensinada a doutrina dos nicolaítas (Ap 2:6).

Cercados por semelhante ambiente, os “filhinhos” de João não podiam viver em Éfeso sem estar em constante contato com a idolatria em suas várias formas, bem como com doutrinas espúrias. Assim, a interpretação literal desses ídolos aos quais o apóstolo João se refere tem o seu lugar.

Mas, com certeza, a aplicação da advertência de João vai muito além disso, pois a essência da idolatria é dar a outro o amor, reverência e devoção que devem ser dedicados exclusivamente a Deus. Muitos fazem das riquezas o seu deus. E Paulo diz que a avareza é idolatria (Cl 3:5). Outros vivem para o prazer, ou idolatram o poder, a honra, a fama.

Não é muito difícil abster-se de adorar deuses mortos, mas é preciso cuidar para não adorar deuses vivos, como um parente, amigo, a esposa, o marido ou filho. E o pior de tudo é quando alguém faz de si mesmo um ídolo. Este é um pecado que desonra e insulta a Deus de modo especial, pois Deus diz: “A Minha glória, pois, não a darei a outrem” (Is 42:8).

Ao que tudo indica, esta era a principal preocupação do apóstolo João, ao pedir que nos guardássemos dos ídolos. A maioria dos intérpretes dessa primeira epístola de João acredita que ela foi escrita a uma igreja dividida em torno da natureza de Cristo e normas eclesiásticas. A disputa foi tão séria que alguns membros saíram da igreja (1Jo 2:19; 4:5).

“Aparentemente o apóstolo concluiu que os indivíduos que abandonaram sua congregação haviam se tornado seus próprios ídolos. O individualismo sem a comunidade se torna um ídolo!” (Niels-Erik Andreasen).

Podemos ser filhos de Deus quando colocamos o eu acima de tudo? Deus é nosso Pai e Ele deseja que vivamos em comunhão, nada fazendo “por partidarismo ou vanglória, mas por humildade, considerando cada um os outros superiores a si mesmo” (Fp 2:3).