domingo, 26 de setembro de 2010

Meditação matinal 26/09/2010

Bom dia a todos.

Aqui vai uma bela meditação para esse dia tão feio (está chovendo aqui).


26 de setembro Domingo


O último dia de Ulício


Perece o justo, e não há quem se impressione com isso; e os homens piedosos são arrebatados sem que alguém considere nesse fato; pois o justo é levado antes que venha o mal. Isaías 57:1

Delcina Dias da Rocha é uma mulher sofrida. Dos quatro filhos que teve com seu marido Ulício, perdeu três. O primeiro nasceu morto; o segundo faleceu com dois meses e meio, vítima de infecção. E o terceiro morreu de acidente, aos 33 anos de idade. Agora só lhe resta a filha Adriana, pois Ulício também morreu de acidente aos 42 anos, em São Paulo.

Delcina conta que Ulício havia contraído um câncer de pele muito grave que, segundo os médicos, poderia se alastrar rapidamente pelo corpo todo. Ele passou por três cirurgias no Hospital do Câncer. Logo que pôde sair do seu quarto hospitalar, Ulício passou a visitar os demais pacientes e a pregar-lhes o evangelho, inclusive aos médicos e enfermeiras.

Daí foi para casa. Ao retornar para uma nova consulta, o médico constatou que ele havia sido curado. O próprio médico atribuiu a cura a um milagre divino. Ulício voltou para casa feliz e contou para a família o que havia acontecido.

No domingo seguinte ele foi dar um estudo bíblico a Márcio e sua esposa. No apelo que fez ao casal, perguntou-lhes se eles queriam ir para o Céu junto com ele. Eles responderam que sim. “Então vocês se preparem”, respondem Ulício, “porque se eu morrer hoje, tenho certeza de que estou preparado.”

Ele não sabia que realmente estava vivendo o último dia de sua vida. Voltou para casa, e à noite não pôde ir à igreja porque chovia muito. Sentou-se na cama e cantou vários hinos. Depois orou e deitou-se para dormir.

No dia seguinte, às 6 horas da manhã, ele apanhou o ônibus, e ao descer pouco adiante, foi atropelado, vindo a falecer. Delcina sofreu muito, emagreceu, mas nunca se revoltou contra Deus, porque sabia que Ulício estava com a salvação assegurada.

Cinco anos depois, ao ir à igreja adventista de São Mateus, em São Paulo, encontrou ali Márcio, a esposa e as filhas, e só então ficou sabendo da conversa que seu marido havia tido com eles em seu último dia de vida. E Márcio então diz: “Estou aqui porque quero me encontrar com o Ulício, quando Jesus voltar.”

A morte do justo é muitas vezes prematura porque Deus, em Sua misericórdia, o leva antes que seja afligido pelo mal. E isso é confortador.

Fiquem com Deus!

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